Corp Management – Parte 4

July 16, 2009

PARTE 4

PAINEL DE MARKETING

O painel de Marketing teve o tema ‘Principais tendências, desafios e oportunidades da área de Marketing nas organizações’. Participaram do painel Anthony Talbot, diretor da Beleza Natural, Renato Ramos da TAM, Rafael Sampaio da ABA e Erick Vills da Associação Brasileira de Franchising.

Antony Talbot falou do case da Beleza natural, que cresce a 10% ano. O foco da empresa é o consumidor: P&D e a padronização dos serviços. O plano de negócios da empresa prevê em seis anos a entrada na Europa e África. Talbot falou do CRM, impressão digital e banco de dados. “O cliente vai finalmente confiar em você, pois agora você conhece ele e sabe de fato o que ele vai comprar”, disse. A empresa hoje, investe 2 milhões por ano em treinamento. “O padrão é o mesmo em Caxias ou em Ipanema. Pessoas é nossa prioridade”, disse o diretor-geral do grupo.

O diretor de Comunicação da Associação Brasileira de Franchising, Erick Fils, afirmou que “franquias que tem uma sensação a oferecer para o cliente no seu DNA estão crescendo”. Para ele, as empresas que não se comunicam com o cliente dos novos tempos - sempre suscetível a mudanças, cairá com o tempo.

Renato Ramos, o gerente de Marketing da TAM falou sobre CRM, Twitter, entrega de serviços, P&D, regionalismos, gerenciamento de falhas na TAM e rede de fidelização de benefícios através da parceria de empresas.

E nas palavras de Rafael Sampaio, vice-presidente da ABA, “a crise não é passageira, ela é uma oportunidade de recomeço de forma diferente, um reset. Se você não reter seu cliente vai se vir diante de uma difícil equação a resolver.”

Corp Management – Parte 3

July 16, 2009

ENTREVISTA MARKETING EM TRANSIÇÃO

RAFAEL SAMPAIO

Presidente da ABA – Associação Nacional de Anunciantes

Marcos Paulo Rocha (Marketing em Transição) – Qual a maior demanda dos anunciantes junto a agências de publicidade hoje?

Rafael Sampaio – A integração da Comunicação. Boas idéias, inteligência de mercado e pensamento estratégico. Eu acabei de chegar do Fórum Mundial de Anunciantes – IMCF, que nasceu dessa necessidade de integração também. O marketing está perdendo a eficácia. Mas isso só acontece graças a falta de estratégia e boas práticas. Não é a questão sobre ser brilhante, é sobre ser inteligente. Qualidade tática e inteligência estratégica ainda não é prioridade para muitas agências e até mesmo anunciantes.

Marcos Paulo Rocha (Marketing em Transição) – Como usar essa inteligência de mercado a favor de uma campanha?

Sampaio – A maioria desses dados está no cliente, na cadeia produtiva dele. Às vezes o próprio anunciante não sabe. O grande xis da questão é calcular o ROI de forma adequada a propor estratégias e táticas interessantes e inovadoras pro mercado. Mais do que comunicação, é propôr estratégias – o que a maioria não propõe. É ter na ponta desse plano, a mensuração dessas idéias. Se anunciantes e agências não se disciplinarem a tempo terão um valor agregado cada vez menor.

O publicitário que chega para o anunciante e pergunta “Ok, quantos temos para gastar?”. Este profissional está completamente perdido, Marcos. Se ele não consegue nem justificar a verba, como ele vai desenvolver a campanha para uma empresa?  Discurso sem prática é divagação. Prática sem custo é meditação.

Você esteve em Cannes…

Sampaio – Sim, estive. Em Cannes, o que observei foi uma certa tendência às subcampanhas e a integração do marketing através delas. A campanha do Obama foi um exemplo disso. Na Florida, por exemplo, em outubro, havia uma grande resistência por parte da comunidade judia de terceira idade. Então a campanha convocou todos os judeus do restante do país. Pagaram aqueles que tinham avós na Florida a irem até o estado matar a saudade e convencê-los de que Obama era a melhor opção. Foi um sucesso. Eles gravaram esse momentos de reunião familiar e colocaram em rede nacional. Jovens convencendo seus avós a votarem no Obama.

Uma campanha desse porte tem que estar muito bem amarrada: coerente com a tradição judaica é um grande fator. A subcampanha foi financiada por uma empresa da comunidade judaica. E a agência Droga 5 foi premiada justamente por essa subcampanha. O publicitário, um argentino muito esperto, ainda é responsável pela campanha que integrou uma operadora celular dentro das escolas de aula na integração do aprendizado.

Corp Management – Parte 2

July 14, 2009

Painel de Economia

No painel de economia, os bônus exorbitantes do pré-crise e sua má distribuição, os steakholders e a composição acionária e o atual cenário de pulverização do capital.

O assessor do presidente do Banco Central, Alexandre Pundek, deu uma pequena aula de economia ao ter a palavra. Sustentou que a crise econômica atual é pior do que a grande depressão de 29. E que o panorama só muda quando o americano mudar o comportamento de consumo. “ Daqui pra frente o americano médio vai trabalhar 30% a mais para repor fundos de investimento como a faculdade dos filhos ou previdência”.  Por outro lado, Pundek elogiou as medidas de infra-estrutura da China para manter empregos e crise sob controle.

O assessor exaltou algumas tomadas de decisão do BC para mostrar como o Brasil foi um dos países mais bem preparado para a crise com salários acima da inflação, 30 milhões de cidadões subindo a linha da pobreza, títulos americanos que duplicaram de valor quando a crise se agravou, além do crédito injetado pelo BC na economia interna. A proximidade com a taxa neutra Real-Dólar estaria próxima, segundo Pundek. E através do empréstimo ao FMI “o que era dívida, por fim virou ativo”, exaltou Alexandre.

Se a crise não chegou ao fundo do poço, estamos muito próximo dele. Perto inclusive do momento de voltar, em direção ao topo. Foi o que afirmou Celso Toledo, economista e diretor da LCA consultores. “É tolice comparar EUA e Japão, qualquer conceito aplicável no pós-guerra é inaplicável hoje”. Já Alexandre Conceição, diretor da TOESA Service,  chamou a atenção para a dificuldade de crédito para pequenas e médias empresas. “Isso acontece com muitas empresas que tem giro”. Para o diretor, a solução seria criar alternativas ao sistema bancário. O diretor terminou falando sobre inovação e valor agregado.

Para Pundek do Banco Central, que pegou o microfone no final novamente, Lula fez bem ao dizer que a crise seria apenas uma marolinha, pois garantiu um bom natal ao consumidor médio. E terminou a crise prevendo um crescimento de 0,8% a 1%. Pratica, um duende do Papai Noel. (sic)

No Painel de Relação com Clientes, Ricardo Escorcio da Unimed , Álvaro Ribeiro da Omint, Luis Guilherme Prates da Contax e Marcio Magnaboschi da Metalife chamaram a atenção para a mudança comportamental no indivíduo dos anos 2000. “É outra realidade tanto para pessoas como para os negócios. Um rapaz de 17 anos não conhece mundo sem internet, nem tem grilos em assumir um papel de mulher”.

Leia amanhã entrevista com Rafael Sampaio, presidente da ABA sobre ROI, Cannes, Droga 5 e Inteligência de Mercado.

Corp Management [Congresso Nacional de Gestão Corporativa] – Parte 1

July 13, 2009

Para diretora da Câmara de Comércio tendência corporativa é “Empresas integradas, inovadoras e com capacidade de aprender”.

9 de julho de 2009 – Diversos líderes empresariais e governamentais reuniram-se na Firjan – Federação de Indústrias do Rio de Janeiro – na quinta-feira passada, dia 9 de julho, no Congresso Nacional de Gestão Corporativa, o Corp Management. Empresários, presidentes, executivos e investidores compartilharam tendências, perspectivas e cenários do mercado do ponto de vista gerencial.

Felipe de Faria Goes, presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, chamou a atenção para o setor de serviços, responsável por 80% da indústria carioca. O setor de óleo e gás, turismo, artes e mídia, call center e terceirização foram temas abordados. Faria mostrou o plano de revitalização em duas fases da área portuária do Rio e exaltou a abordagem corporativa do governo e prefeitura do Rio de Janeiro. O presidente defende essa tendência da gestão pública.

O radialista da Band Rio e presidente da Corp Events Cristiano Lagoas, mediou o Painel de Presidentes sobre tendências corporativas com Robson Barreto, Presidente da Câmara de Comércio Americana – AMCHAM e o Dr. Antonio Carlos Worms Till, Presidente da Vita Check Up Center. Os temas aqui foram sustentabilidade, ética , responsabilidade social. Além da urgência em padronizar relatórios em um ambiente global.

O papel das empresas na área da saúde foi rapidamente abordado a partir de um curioso dado: 80% dos planos de saúde provém das empresas. Uma ponte conveniente para responsabilidade social no setor. Até porque hoje o SUS ainda toma decisões politicamente. O termo ‘pós-crise’ foi visto como ameaça pelos executivos que nas palavras de Worms concluiu o pensamento ao dizer que “fechar torneiras de imediato sem um planejamento estratégico não traz nenhum retorno a longo prazo”.

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Medo + Oportunidade = Crise

William Alan Yates, presidente da Prudential do Brasil Seguros de Vida assumiu três grandes importâncias para as empresas de hoje: o posicionamento correto, montar boa equipe para isso e falar com coração e transparência. “Assim isso será passado para toda cultura corporativa da empresa”, concluiu o presidente. Para ele, o que funcionou ontem não pode funcionar hoje, e não funcionará amanhã. O presidente ainda falou sobre empresas que se tornam obsoletas em pleno crescimento.

Márcia Ribeiro, Diretora Executiva da Câmara de Comércio França-Brasil – CCFB falou sobre capital humano, força organizacional, responsabilidade social, leis de comercialização, aproximação de povos e culturas e RH nas empresas, que agora saem da sombra do departamento pessoal. Criatividade, trabalho em equipe, flexibilidade e diferenças e compartilhar a informação.

Siga este site e amanhã leia sobre o painel de Economia com Alexandre Pundek assessor de Henrique Meireles do BC e entrevista exclusiva com o presidente da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – Rafel Sampaio, sobre comunicação integrada, ROI e inteligência de mercado na Parte 2 da cobertura do congresso.

Antarctica SubZero Case

June 25, 2009

(do Portal Exame)

A partir de julho, o mercado de cerveja de São Paulo e Minas Gerais vai contar com mais uma novidade. A AmBev lançará a cerveja Antarctica Sub Zero, da categoria pilsen – a mais popular do mundo, caracterizada por uma cor dourada, de baixa fermentação e com espuma duradoura. Há muito tempo a AmBev não criava uma nova cerveja voltada para o mercado de massa – os últimos lançamentos foram voltados para o consumidor de bebida premium.

Segundo a empresa, o diferencial do novo produto é a combinação de um líquido elaborado para ser mais suave e refrescante. A decisão para o lançamento da Antarctica Sub Zero foi baseada numa pesquisa realizada pela empresa com 2 500 consumidores no Brasil, que apontaram a refrescância e suavidade como as características mais importantes de uma cerveja.

Produção:

Para ser produzida, Antarctica Sub Zero passa por um sistema de dupla filtragem a frio, realizada a uma temperatura de -2° C. Durante o procedimento, a linha de produção fica coberta por uma fina camada de gelo e a cerveja chega quase a congelar.

O gerente fabril Luciano Horn explica que a baixa temperatura auxilia na aglomeração das partículas formadas durante a fermentação e a dupla filtragem possibilita a retirada destas partículas. “A composição combinada à moderna tecnologia de produção resultam em um líquido com sabor e textura suaves, amargor menos acentuado e extremamente refrescante.”

Inovação:

O diretor de Marketing da AmBev, Carlos Lisboa, conta que a empresa está trabalhando em duas frentes principais: rentabilidade e inovação. “Em 2008, as inovações estiveram focadas no desenvolvimento de embalagens e consideramos que é o momento de apresentar uma inovação de líquido para o consumidor de cervejas pilsen, a maior inovação da AmBev neste ano”, diz ele.

Pesquisa de Mercado:

O lançamento da cerveja foi baseado numa pesquisa realizada pela empresa com 2 500 consumidores no Brasil. Para Marcel Marcondes, gerente corporativo de marketing de Antarctica, o novo produto foi especialmente desenvolvido para estar de acordo com o posicionamento da marca e para complementar o seu portfólio. “Antarctica tem em seu DNA o conceito de refrescância. O nome, a cor azul, os pinguins do sensação de frescor”, afirma.

BOVESPA:

Às 10h48, os papéis preferenciais da AmBev (AMBV4) subiam 0,78%, negociados a 126,08 reais. No mesmo instante o Ibovespa subia 1,13%, aos 50.380 pontos.

Americanas Case

June 12, 2009

 

A Americanas Viagens acaba de botar seu novo site no ar. Agora quem quer reservar passagens aéreas, hospedagem, pacotes turísticos e cruzeiros pode fazer em uma interface mais leve e de fácil usabilidade. Há ainda mais opções de pacotes. O segmento turístico das Americanas está jogando tão pesado que recentemnte fechou contrato com a secretaria de turismo da Colômbia.  

A tacada é o novo layout com design inovador no mercado brasileiro de turismo online. Segundo a assessoria, a maior clareza na busca e leitura do conteúdo possibilita o usuário transitar entre os canais de passagens aéreas, pacotes turísticos, cruzeiros e resorts de maneira mais simples e com descontos de 30%.

Uma das funcionalidades do site é a ferramenta “Monte seu Pacote”, que permite aos viajantes personalizar todo o pacote de viagem, desde o dia e horário até tipo do vôo e hotel. O novo desenho lança tendência e apresenta conceito de navegação mais intuitivo e agradável ao público, com o aproveitamento das páginas através de grandes fotos que permitem melhor visualização dos destinos.

As novidades já estão disponíveis no endereço: http://viagens.americanas.com.br.

Business:

A rede varejista Lojas Americanas deu um salto de tática de marketing recentemente com a conceito das lojas Express, situadas em bairros e que utilizam apenas quatro ou cinco funcionários. Entretanto, no primeiro trimestre de 2009 obteve um lucro líquido de R$ 2,5 milhões, uma queda de 78% na comparação com os R$ 11,7 milhões do mesmo período no ano passado. A receita líquida da empresa teve alta de 1%, chegando a R$ 1,654 bilhão. A companhia cita que a comparação dos dados anuais apresenta grande diferença graças ao feriado da Páscoa.

“Em 2009, a Páscoa ocorreu no dia 12 de abril [2º trimestre], enquanto no ano passado ele ocorreu no dia 23 de março [1º trimestre]“, informou a empresa a Folha Online em matéria veiculada em 8 de maio, em comunicado. “Logo, existe um descasamento nas vendas, margens, despesas e capital de giro da Companhia quando comparamos os primeiros trimestres de 2009 e 2008.”

A rede de varejo B2W, resultante da fusão entre Americanas.com e Submarino, principal varejista do comércio eletrônico no país, obteve lucro líquido de R$ 8 milhões no primeiro trimestre de 2009. O valor é 63,4% menor do que os R$ 22 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

A empresa, que controla ainda as marcas Blockbuster e B2W viagens, entre outras, informou que sua receita teve alta de 6%, totalizando R$ 1,084 bilhão de janeiro a março. Entre os motivos para a alta na receita, a B2W destaca “o crescimento expressivo do volume de visitantes em nossos websites”. Contudo, a valorização do real e o valor médios das compras nos sites da empresa contribuíram com a redução dos lucros.

Inovação:

A rede varejista deu uma tacada de mestre ao montar lojas de bairros, as Americans Express. A inovação está na operacionabilidade das lojas que tem o quadro de funcionários reduzido.

Críticas Construtivas:

Por outro lado, há uma parcela significativa de clientes antigos da Blockbuster ainda insatisfeito com as mudanças no serviço oferecido pelas Americanas. A rede varejista aproveitou o espaço das locadoras Blockbuster para abrir as chamadas lojas Express em inúmeros bairros.

Há reclamação de todos os tipos desde localização inadequada de espaço físico dentro das lojas até multa indevida ou mesmo mal atendimento.

Falha 2 na Qualidade em Serviços oferecido por empresa: Incapacidade da administração em formular níveis de qualidade do serviço que correspondam às percepções do cliente e da inabilidade para traduzí-las em especificações exeqüíveis. Pode resultar de uma falta de comprometimento da administração com a qualidade de serviço ou de uma percepção de impossibilidade de atender às expectativas do cliente.

Soluções de minimização:

Estabelecimento de metas e padronização na prestação de serviços. Já que hoje os clientes Blockbuster são forçados a entrar nas lojas Americanas, padronizar e elevar o serviço, além de fidelizar o cliente, é importante. O tempo de serviço, a operação e a retenção dos cliente podem ser devidamente quantificado elevando as vendas e melhorando o nível de percepção da clientela.

Hello world!

May 20, 2009

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