Corp Management [Congresso Nacional de Gestão Corporativa] – Parte 1

Para diretora da Câmara de Comércio tendência corporativa é “Empresas integradas, inovadoras e com capacidade de aprender”.

9 de julho de 2009 – Diversos líderes empresariais e governamentais reuniram-se na Firjan – Federação de Indústrias do Rio de Janeiro – na quinta-feira passada, dia 9 de julho, no Congresso Nacional de Gestão Corporativa, o Corp Management. Empresários, presidentes, executivos e investidores compartilharam tendências, perspectivas e cenários do mercado do ponto de vista gerencial.

Felipe de Faria Goes, presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, chamou a atenção para o setor de serviços, responsável por 80% da indústria carioca. O setor de óleo e gás, turismo, artes e mídia, call center e terceirização foram temas abordados. Faria mostrou o plano de revitalização em duas fases da área portuária do Rio e exaltou a abordagem corporativa do governo e prefeitura do Rio de Janeiro. O presidente defende essa tendência da gestão pública.

O radialista da Band Rio e presidente da Corp Events Cristiano Lagoas, mediou o Painel de Presidentes sobre tendências corporativas com Robson Barreto, Presidente da Câmara de Comércio Americana – AMCHAM e o Dr. Antonio Carlos Worms Till, Presidente da Vita Check Up Center. Os temas aqui foram sustentabilidade, ética , responsabilidade social. Além da urgência em padronizar relatórios em um ambiente global.

O papel das empresas na área da saúde foi rapidamente abordado a partir de um curioso dado: 80% dos planos de saúde provém das empresas. Uma ponte conveniente para responsabilidade social no setor. Até porque hoje o SUS ainda toma decisões politicamente. O termo ‘pós-crise’ foi visto como ameaça pelos executivos que nas palavras de Worms concluiu o pensamento ao dizer que “fechar torneiras de imediato sem um planejamento estratégico não traz nenhum retorno a longo prazo”.

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Medo + Oportunidade = Crise

William Alan Yates, presidente da Prudential do Brasil Seguros de Vida assumiu três grandes importâncias para as empresas de hoje: o posicionamento correto, montar boa equipe para isso e falar com coração e transparência. “Assim isso será passado para toda cultura corporativa da empresa”, concluiu o presidente. Para ele, o que funcionou ontem não pode funcionar hoje, e não funcionará amanhã. O presidente ainda falou sobre empresas que se tornam obsoletas em pleno crescimento.

Márcia Ribeiro, Diretora Executiva da Câmara de Comércio França-Brasil – CCFB falou sobre capital humano, força organizacional, responsabilidade social, leis de comercialização, aproximação de povos e culturas e RH nas empresas, que agora saem da sombra do departamento pessoal. Criatividade, trabalho em equipe, flexibilidade e diferenças e compartilhar a informação.

Siga este site e amanhã leia sobre o painel de Economia com Alexandre Pundek assessor de Henrique Meireles do BC e entrevista exclusiva com o presidente da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes – Rafel Sampaio, sobre comunicação integrada, ROI e inteligência de mercado na Parte 2 da cobertura do congresso.

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